Rafael Gmeiner https://agenciavitalcomunicacao.com.br/author/rafaelgmeiner/ Produção de Conteúdo, Assessoria de Imprensa e Comunicação Digital Wed, 07 Jan 2026 12:20:38 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://agenciavitalcomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2025/07/cropped-VitalCom-10-anos-1-32x32.png Rafael Gmeiner https://agenciavitalcomunicacao.com.br/author/rafaelgmeiner/ 32 32 246140367 O que as assessorias de imprensa não devem fazer, e o que deveriam adotar como padrão https://agenciavitalcomunicacao.com.br/o-que-as-assessorias-de-imprensa-nao-devem-fazer-e-o-que-deveriam-adotar-como-padrao/ https://agenciavitalcomunicacao.com.br/o-que-as-assessorias-de-imprensa-nao-devem-fazer-e-o-que-deveriam-adotar-como-padrao/#respond Wed, 07 Jan 2026 12:20:36 +0000 https://agenciavitalcomunicacao.com.br/?p=194 Principais erros, no meu ponto de vista, que as assessorias de imprensa mais cometem: E eu penso que as assessorias de imprensa deveriam investir mais, e com mais propriedade, em ações como:

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Principais erros, no meu ponto de vista, que as assessorias de imprensa mais cometem:
  • enviar release em PDF. Não é facilmente editável, muito menos em doc. Receber release em PDF dá mais trabalho do que precisaríamos ter;
  • enviar releases sem fotos e imagens. No geral, buscamos alguma de banco de imagem e boa. Mas, na maioria das vezes, o assessor envia um release sem foto e depois que colocamos outra, pedem para trocar. Um tanto desnecessário;
  • enviar fotos apenas de CEOs, fundadores, presidentes ou executivos dos negócios. Nem todo veículo usa estas fotos. Se não estão afim de estudar os veículos para saber que tipo de foto podem utilizar, diversifiquem! Insiram, também, fotos genéricas e gerais sobre o tema;
  • enviar fotos apenas na vertical. Para destaques de sites, por exemplo, não se usam fotos verticais. Elas serão sempre horizontais, retangulares ou quadradas. Fotos verticais são para stories de redes sociais ou plataformas específicas, como o Tik Tok;
  • enviar fotos e imagens como documento no whatsapp. Grande parte dos assessores enviam imagens no whats como documento. Sendo assim, para acessar é preciso baixar o arquivo. O ideal é que sempre seja enviado como fotos e vídeos.
  • não pesquisar o veículo para qual está enviando a sugestão. Isso é essencial, para entender como, para quem enviará o material, e com qual abordagem;
  • não conhecer o próprio cliente. Parece bizarro, mas é muito mais real do que imaginamos. Os assessores, de modo geral, não sabem detalhes importantes de seus clientes. O assessor tem que saber da marca tanto quanto o porta-voz, o fundador, o CEO, ou seja lá quem for que detenha maior conhecimento do negócio.

E eu penso que as assessorias de imprensa deveriam investir mais, e com mais propriedade, em ações como:

  • usar o doc do Google, por exemplo, para a produção textual. Além de ele permitir edição em tempo real do arquivo (o que facilita a vida das agências que não precisam ficar enviando repetidas vezes o mesmo documento com pequenas alterações, pois todos podem ver e alterar qualquer coisa no mesmo arquivo, com acesso imediato por qualquer outra pessoa. Além do que, é possível enviar release para jornalista de redação mais próximo, pelo whatsapp, apenas mandando o link do material;
  • sempre enviar imagens na horizontal. Especialmente quadradas, que funcionam mais em sites e redes sociais, quando falamos em postagem nos feeds.
  • conhecer seus clientes a fundo. É preciso saber detalhes dos clientes para, além de poder criar novas e diferentes sugestões de pauta, poder responder qualquer pergunta que os jornalistas das redações tenham;
  • aprender a Língua Portuguesa e a usar a IA como recurso. A maioria das agências utiliza a IA em suas produções, o que eu não acho errado, mas é preciso revisar. E bem revisado. As IAs, por exemplo, substituem vírgula por traço (ou travessão), e isso está errado.
  • por fim, e não menos importante: assessorias de imprensa não enviam PAUTAS, elas enviam SUGESTÕES DE PAUTAS. As pautas são produções jornalísticas dos veículos.

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Calendário editorial para jornalistas independentes (sugestão) https://agenciavitalcomunicacao.com.br/calendario-editorial-para-jornalistas-independentes-sugestao/ https://agenciavitalcomunicacao.com.br/calendario-editorial-para-jornalistas-independentes-sugestao/#respond Wed, 07 Jan 2026 12:18:05 +0000 https://agenciavitalcomunicacao.com.br/?p=191 Esse modelo de calendário garante uma grande reportagem por mês, além de conteúdo semanal, peças atemporais e interação constante com o público Estrutura semanal sugerida Cada semana pode seguir um fluxo básico, que garante consistência e evita sobrecarga: Exemplo de planejamento mensal (modelo de 4 semanas) Semana 1 – Grande reportagem Semana 2 – Conteúdo […]

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Esse modelo de calendário garante uma grande reportagem por mês, além de conteúdo semanal, peças atemporais e interação constante com o público

Estrutura semanal sugerida

Cada semana pode seguir um fluxo básico, que garante consistência e evita sobrecarga:

  • Segunda: planejamento e pauta
  • Terça: apuração e entrevistas
  • Quarta: produção (texto, vídeo, áudio, reportagem)
  • Quinta: revisão e edição
  • Sexta: publicação e distribuição
  • Sábado/Domingo: monitoramento, engajamento e networking

Exemplo de planejamento mensal (modelo de 4 semanas)

Semana 1 – Grande reportagem

  • Segunda: definir pauta principal do mês (ex: reportagem investigativa, especial ou grande entrevista).
  • Terça: levantamento de fontes, contato inicial com entrevistados.
  • Quarta: pesquisa de dados e contexto (bases públicas, relatórios, dados oficiais).
  • Quinta: início da apuração em campo ou entrevistas.
  • Sexta: rascunho do esqueleto da matéria.
  • Sábado/Domingo: publicação prévia de bastidores ou teaser em redes sociais.

Semana 2 – Conteúdo rápido e reativo

  • Segunda: identificar temas da semana em alta (noticiário, tendências, datas comemorativas).
  • Terça: produzir notas rápidas, artigos de opinião ou análises curtas.
  • Quarta: gravar vídeo curto ou podcast sobre um tema emergente.
  • Quinta: revisão e agendamento para múltiplas plataformas.
  • Sexta: postagem + newsletter curta com curadoria da semana.
  • Sábado/Domingo: interação com leitores nas redes.

Semana 3 – Conteúdo evergreen (duradouro)

  • Segunda: definir pauta atemporal (ex: guia, análise explicativa, entrevista temática).
  • Terça: pesquisa aprofundada e coleta de dados de longo prazo.
  • Quarta: produção de reportagem/ensaio multimídia.
  • Quinta: revisão e edição final.
  • Sexta: publicação e SEO otimizado (blog, newsletter, YouTube).
  • Sábado/Domingo: repost em threads, carrosséis ou reels.

Semana 4 – Engajamento e relacionamento

  • Segunda: preparar um artigo pessoal ou editorial (visão do jornalista sobre um tema).
  • Terça: lives, Q&A ou entrevistas abertas com leitores/seguidores.
  • Quarta: publicação de making of ou bastidores da rotina jornalística.
  • Quinta: curadoria de conteúdo de terceiros (newsletter ou post de análise crítica).
  • Sexta: networking (contato com colegas, editores, especialistas).
  • Sábado/Domingo: descanso criativo + anotações de ideias futuras.

Ferramentas de apoio

  • Trello / Notion / Asana: gestão das pautas
  • Google Calendar: organização de entrevistas e prazos
  • Google Alerts / Trends: monitoramento de tendências
  • Métricas (Analytics/Substack/Twitter/X): medir impacto

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Artigo x matéria: você, realmente, sabe a diferença? https://agenciavitalcomunicacao.com.br/artigo-x-materia-voce-realmente-sabe-a-diferenca/ https://agenciavitalcomunicacao.com.br/artigo-x-materia-voce-realmente-sabe-a-diferenca/#respond Wed, 07 Jan 2026 12:14:25 +0000 https://agenciavitalcomunicacao.com.br/?p=188 Saber esta diferença entre matéria e artigo é uma questão de profissionalismo, respeito ao jornalismo e maturidade na comunicação Na correria das redações e das estratégias de conteúdo, é comum ver os termos “artigo” e “matéria” sendo usados como sinônimos. Mas, na prática profissional, eles representam formatos completamente diferentes, com objetivos, linguagens e responsabilidades distintas. […]

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Saber esta diferença entre matéria e artigo é uma questão de profissionalismo, respeito ao jornalismo e maturidade na comunicação

Na correria das redações e das estratégias de conteúdo, é comum ver os termos “artigo” e “matéria” sendo usados como sinônimos. Mas, na prática profissional, eles representam formatos completamente diferentes, com objetivos, linguagens e responsabilidades distintas.

Entender essa diferença é essencial para quem escreve, para quem edita e, principalmente, para quem contrata conteúdo.

Justamente por isso, resolvi trazer aqui este tema, pois cada tipo de texto tem a sua própria estrutura, que devem ser respeitadas.

O que é um artigo?

O artigo é um texto opinativo, interpretativo ou analítico. Ele parte da visão do autor sobre um tema e, por isso, carrega estilo próprio, argumentação e subjetividade.

Características principais:

  • Assinado (e assumido) por um autor.
  • Traz ponto de vista, análise, reflexão ou crítica.
  • Pode dialogar com dados, mas não depende exclusivamente deles.
  • Permite linguagem mais pessoal, criativa ou provocativa.
  • É comum em colunas, blogs corporativos, cadernos de opinião e newsletters.

Em resumo, o artigo não tem obrigação de mostrar todos os lados. Ele apresenta um olhar — fundamentado, ético e responsável — sobre um assunto.

O que é uma matéria?

A matéria jornalística é um conteúdo informativo, criado e apurado por um jornalista, seja repórter ou editor, por exemplo, com base em fatos, entrevistas, dados e evidências verificáveis. Ela segue critérios do jornalismo profissional e busca imparcialidade, contexto e pluralidade.

Características principais:

  • Conteúdo produzido por jornalista ou redação.
  • Baseado em informação, não em opinião.
  • Exige apuração, verificação e checagem de dados.
  • Traz múltiplas fontes, versões e contrapontos.
  • Busca objetividade e clareza.

Isto posto, matéria informa, artigo interpreta.

Por que essa diferenciação importa?

Para empresas e marcas:

Confundir artigo com matéria pode gerar expectativas erradas, ruídos com jornalistas e até problemas de reputação. Quem busca visibilidade em veículos precisa entender que:

  • Matéria pode não ser paga, e é resultado de relevância, notícia e apuração.
  • Artigo não substitui cobertura jornalística, mas posiciona autoridade.

Para assessores de imprensa:

Enviar um texto opinativo como se fosse uma pauta factual prejudica relações com redações. Saber propor o formato correto é parte da estratégia de comunicação.

Para jornalistas e criadores de conteúdo:

Dominar os dois formatos amplia repertório, refina escrita e diferencia profissionais no mercado.

Como identificar rapidamente?

  • Se o texto, traz opiniões, reflexões e argumentos pessoais, então é artigo.
  • Se o texto, apura fatos, cita fontes, apresenta dados verificáveis, então é matéria.
  • Se o texto é assinado por especialista, colunista ou executivo, então é artigo.
  • Se o texto segue estrutura jornalística (lead, contexto, fontes), então é matéria

Por fim…

…saber a diferença entre artigo e matéria não é apenas uma questão técnica, mas, sim, um sinal de profissionalismo, respeito ao jornalismo e maturidade na comunicação. Em um ambiente cada vez mais saturado de informação, compreender o formato correto ajuda a construir reputação, voz e impacto.

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Banda Aclive lança EP de estreia “Vendetta” e leva o hardcore dos morros de Santos para o país https://agenciavitalcomunicacao.com.br/banda-aclive-lanca-ep-de-estreia-vendetta-e-leva-o-hardcore-dos-morros-de-santos-para-o-pais/ https://agenciavitalcomunicacao.com.br/banda-aclive-lanca-ep-de-estreia-vendetta-e-leva-o-hardcore-dos-morros-de-santos-para-o-pais/#respond Fri, 19 Dec 2025 16:04:36 +0000 https://agenciavitalcomunicacao.com.br/?p=183 A baixada santista acaba de ganhar um novo nome de peso na cena do rock nacional: a Banda Aclive lançou em setembro de 2025 o seu primeiro EP, “Vendetta”, disponível em todas as plataformas digitais. Formada nos morros de Santos, a Aclive apresenta um som que combina punk rock, hardcore, metal e nuances melódicas, em […]

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A baixada santista acaba de ganhar um novo nome de peso na cena do rock nacional: a Banda Aclive lançou em setembro de 2025 o seu primeiro EP, “Vendetta”, disponível em todas as plataformas digitais. Formada nos morros de Santos, a Aclive apresenta um som que combina punk rock, hardcore, metal e nuances melódicas, em um trabalho visceral, urgente e repleto de identidade.

Com 5 faixas inéditas, o EP marca a consolidação de uma banda que nasceu sem pretensões em 2019, mas que, rapidamente, encontrou sua voz, e seu público. 

“Vendetta traduz a energia intensa que acompanha o grupo desde os primeiros ensaios, interrompidos apenas pela pandemia, período que serviu para fortalecer as composições e dar forma ao repertório”, afirma o guitarrista Guz Oliveira

Um manifesto em forma de música

Vendetta vai além do peso das guitarras e da velocidade característica do hardcore: o EP traz temas sociais, políticos e emocionais que dialogam com a realidade atual. As letras abordam:

  • saúde mental
  • crítica social e política
  • resistência feminina e enfrentamento ao machismo
  • desigualdade nas relações humanas

A faixa-título Vendetta é um dos grandes destaques do lançamento. Melódica e agressiva na medida certa, a música fala sobre a vingança e a libertação de alguém que rompe um relacionamento opressor. Um verdadeiro grito de autonomia.

Antes do EP, a banda já havia apresentado o single Herói de Plástico, lançado com videoclipe e bem recebido nas plataformas de streaming.

“A Banda Aclive promete seguir em ascensão, como o próprio nome sugere, e Vendetta é apenas o primeiro passo de um caminho sonoro potente, autêntico e cheio de atitude”, ressalta a vocalista Thalita Ferreira.

Sobre a Banda Aclive

A Aclive nasceu da amizade de infância entre Guz (guitarra), Thalita (voz) e Van (baixo), todos moradores dos morros de Santos (SP) e vindos de outros projetos musicais. Em 2019, o trio decidiu unir forças e criar novas músicas, atraindo pouco depois Thiago (bateria) para completar a formação.

O nome “Aclive” representa a origem e a caminhada do grupo, que sobe e desce diariamente as ladeiras dos morros santistas — metáfora perfeita para a resistência, força e autenticidade que também marcam suas composições. Suas influências transitam entre rock, punk, hardcore e metal, criando um som plural e difícil de rotular, capaz de atingir públicos diversos.

Fotos para divulgação: https://agenciavitalcomunicacao.com.br/banda-aclive-o-hardcore-dos-morros-de-santos-ganha-forca-e-identidade-propria/

Redes sociais Banda Aclive

Instagram: https://www.instagram.com/banda_aclive/
Demais links e plataformas digitais: https://linktr.ee/banda_aclive

Contato para imprensa

Agência VitalCom
Rafael Gmeiner – (13) 99138-7006
E-mail: rafael@agenciavitalcomunicacao.com.br / rafael.gmeiner@gmail.com

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Banda Aclive: o hardcore dos morros de Santos ganha força e identidade própria https://agenciavitalcomunicacao.com.br/banda-aclive-o-hardcore-dos-morros-de-santos-ganha-forca-e-identidade-propria/ https://agenciavitalcomunicacao.com.br/banda-aclive-o-hardcore-dos-morros-de-santos-ganha-forca-e-identidade-propria/#respond Thu, 18 Dec 2025 18:51:13 +0000 https://agenciavitalcomunicacao.com.br/?p=172 A cena alternativa da Baixada Santista apresenta um de seus nomes mais autênticos: Banda Aclive, um projeto que nasceu nos morros de Santos e que vem se destacando pela fusão potente entre rock, punk, hardcore e metal. Formada por amigos de infância que compartilham história, referências musicais e o mesmo território de origem, a Aclive […]

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A cena alternativa da Baixada Santista apresenta um de seus nomes mais autênticos: Banda Aclive, um projeto que nasceu nos morros de Santos e que vem se destacando pela fusão potente entre rock, punk, hardcore e metal. Formada por amigos de infância que compartilham história, referências musicais e o mesmo território de origem, a Aclive representa a força, a resistência e a criatividade da periferia santista.

O grupo surgiu oficialmente em 2019, quando Guz (guitarra), Thalita (voz) e Van (baixo), todos já envolvidos em outros projetos musicais, decidiram se unir para compor novas músicas, sem grandes pretensões iniciais. O que começou como um reencontro entre amigos rapidamente evoluiu para algo maior: empolgados com o resultado dos primeiros ensaios, convidaram Thiago (bateria) para completar a formação.

“Com a chegada da pandemia, os planos de apresentações foram interrompidos, mas o período de isolamento se transformou em oportunidade, no qual intensificamos nosso processo de composição e estruturou as músicas que hoje formam a base da sua identidade sonora”, conta Guz.

Identidade musical autêntica e sem rótulos

O som da Aclive percorre diferentes nuances musicais, transitando entre o peso do hardcore, a agressividade do punk, a liberdade do rock e a influência do metal. Essa mistura orgânica resulta em uma sonoridade forte, melódica, versátil e difícil de rotular, permitindo que a banda converse com públicos diversos.

Sem a necessidade de se encaixar em um único gênero, o grupo aposta em letras que refletem vivências, inquietações e reflexões, características que se conectam diretamente ao território que os formou.

“A Banda Aclive segue em pleno crescimento, trazendo a força de suas raízes e o compromisso com um som verdadeiro, honesto e cada vez mais presente na cena independente brasileira”, afrima Thalita.

Primeiros passos: “Herói de Plástico”

O primeiro lançamento da banda foi o single “Herói de Plástico”, acompanhado de videoclipe disponibilizado nas plataformas de streaming. A faixa apresentou ao público a essência da Aclive: energia, crítica, melodia e atitude. O grupo segue em produção para novos lançamentos, sendo que em setembro de 2025, lançou o EP Vendetta.

A força de quatro trajetórias que se unem

Cada integrante da Aclive carrega um histórico musical que contribui diretamente para a estética da banda:

  • Thalita Ferreira, com sua voz forte e presença marcante, traz intensidade e emoção às letras;
  • Guz Oliveira, nas guitarras, conduz o peso e a melodia que caracterizam o grupo;
  • Erivan Serafim, no baixo, entrega groove e profundidade às composições;
  • Thiago Nascimento, na bateria, completa a sonoridade agressiva e dinâmica da banda.

O resultado é uma combinação poderosa, que traduz a essência da amizade e da vivência cultural dos quatro artistas.

Sobre o nome: Aclive

O nome Aclive representa não apenas a geografia dos morros de Santos, onde os integrantes cresceram, mas também o significado simbólico de subida, resistência, esforço e evolução. Cada membro carrega anos de experiência musical e traz sua personalidade para a criação de um som único e inconfundível, construído a partir de vivências reais e de uma amizade que atravessa décadas.

Redes sociais Banda Aclive

Instagram: https://www.instagram.com/banda_aclive/
Demais links e plataformas digitais: https://linktr.ee/banda_aclive

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Fotos para divulgação

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